Sistemas de tratamento de efluentes beneficia o meio ambiente.

   
 

Com o objetivo de facilitar o tratamento do esgoto doméstico, respeitando o meio ambiente e dando um destino correto à água que é devolvida ao meio ambiente, a empresa de artefatos de cimento "DECO", localizada em Maravilha/SC, tem – através da conscientização ambiental-, cada vez mais inserido no seu dia a dia e no trabalho que desenvolve a visão de que é necessária a conciliação entre meio ambiente e trabalho.


De acordo com o Arquiteto Leandro Roman, responsável técnico pela fabricação e instalação da fossa séptica e do filtro anaeróbio,diz que o que a empresa fez, foi uma re-leitura sobre a técnica que já era usada e a transformaram em um produto, com menor impacto ambiental, destinando a água com 70% a menos de impurezas, evitando com isso, a poluição do solo e de lençóis freáticos.

Sistema de Tratamento de Esgoto

Ele ressalta a importancia do cálculo correto do volume de dejetos
de acordo com o numero de pessoas que moram em casa, prédio ou na
indústria onde será feita a instalação da fossa e do filtro "Esse cálculo é
fundamental para que nada saia errado e não comprometa a eficiencia do
sistema de tratamento de efluente", ressalta Roman.Caso isso aconteça, o
funcionamento e o tratamento já ficam prejudicados, pois o volume de
efluentes reflete diretamente na capacidade de cada sistema, que é dife-
rente em cada casa, edificio ou empresa onde a instalação será feita. Para
a fabricação do sistema, são utilizadas duas normas diferentes, uma para
a fossa e outra para o filtro, sendo respectivamente a NBR 7229/90 e a
NBR 13969.Leando enfatiza que outros projetos que também beneficiam
o meio ambiente estão em fase de testes.

A fossa séptica e o filtro anaeróbio funcionam da seguinte amaneira:
os dejetos com 100% de impureza são lançados na fossa onde a fermenta-
ção por intermédio dos micro-organismos existentes nos dejetos ogânicos,
transformando-se em lodo, líquido e escuma, onde por sua vez o líquido
será lançado para o filtro anaeróbio, pelo fluxo natural da gravidade, levan-
do até o fundo falso, subindo pelo leito filtrante da brita e saindo para o
destino final.

A manutenção é feita anualmente, retirando o lodo e a escuma acumu -
lada nos tanques sépticos.O intervalo de remoção pode ser encurtado ou
alongado quanto aos parâmetros de projeto, sempre que se verificar altera-
ções nas vazões efetivas de trabalhos com relação às estimativas. Em rela-
ção ao lodo digerido, cerca de 10% de seu volume deve ser deixado no inte-
rior do tanque para garantir a proliferação da flora bacteriana. Para a remoção,
é obrigado o uso de botas e luvas. Antes de qualquer operação a ser realiza-
da no interior dos tanques, as tampas devem ficar abertas para a ventilação
e remoção dos gases tóxicos ou explosivos que podem se formar no ambiente
fechado.